domingo, 8 de maio de 2016

A Abelha



A Abelha

          Um bonito dia, lá pelas dez horas da manhã, eu e minha mãe estávamos em uma festa da empresa onde ela trabalhava. Na varanda estava cheio de abelhas, por todos os lados.

          Queria conversar com minha mãe e fui até onde ela estava. Não vi e sentei em cima de uma abelha que estava no sofá. Comecei a chorar desesperadamente e não conseguia andar porque a minha perna ficou roxa de imediato.

          Minha mãe correu e pegou um pedaço de papel tolha, embebeu o papel em uma cerveja que estava próxima. Ela arrancou o ferrão e passou a cerveja no local. Ficou tudo bem e nos divertimos bastante na festa.

Tamires Pires, 7ºB

No Hospital



No Hospital

          Um dia eu fiquei muito mal e minha mãe me levou ao posto de saúde perto de casa. Falaram que era suspeita de apendicite e minha mãe me levou a muitos hospitais, mas nenhum tinha médico.

          No Hospital São Marcos tinha chegado um médico boliviano. Minha mãe fez as papeladas e eu consegui fazer a cirurgia.

          Ela ficou comigo no hospital, me ajudou em tudo que eu precisei e com a sua ajuda consegui me recuperar rapidamente.

Rebeca Peres, 6ºB

Um abraço apertado

       

Um abraço apertado

          Um dia estava brincando com um amigo perto de um buraco e quando eu menos esperava, minha perna ficou presa. Meu amigo, o João, tentou me ajudar, mas deu tudo errado e comecei a ficar preocupado, pensando no que fazer.

          Fiquei várias horas ali, meu amigo pensou em chamar a polícia, a ambulância e os bombeiros, mas ficou com medo da bronca.

          - Caraca, será que vou ficar aqui até o futuro? - disse eu.

          - Não adianta, Nickolas. Vou ter que ir embora agora. Tchau, cara! - falou João.

          Fiquei triste porque não iria mais sair dali. Até que do nada minha mãe aparece e pergunta:

          - Nickolas, o que você faz aqui?

          Ela me ajudou e me tirou do buraco. Quando vi que estava livre novamente fiquei super feliz e a abracei tão forte!

Nickolas Souza, 6º C

Minha heroína



Minha heroína

          O dia estava ensolarado e eu, como de costume, estava jogando futebol no campinho de terra em frente a minha casa. Eu e meus amigos jogávamos sem camisas e sem chuteiras, apenas com shorts velhos e desbotados. O portão do campinho permanecia sempre trancado, com uma corrente grande e grossa, impossível de quebrar. Por esse motivo, nós abrimos um buraco na grade, por onde passávamos para entrar e jogar.

          Quando o jogo acabou, meus amigos foram indo embora e eu decidi voltar para casa também. Quando já estava na rua, vi um cachorro enorme, bem robusto e nervoso ao lado do portão da minha casa. Fiquei tremendo de medo, como se houvesse um monstro na minha frente.

          Assim que o cachorro me viu, começou a correr atrás de mim como eu fosse um banquete. Comecei a gritar e a minha mãe reconheceu a minha voz, veio correndo me socorrer com um cabo de vassoura. Ela correu atrás do cachorro com o cabo de vassoura erguido, deu uma paulada nele e o espantou. Meu desespero passou e mais uma vez fui salvo pela minha heroína!

Vinicius Said, 7ºB
       

Beijinho de merthiolate



Beijinho de merthiolate

          Quando eu tinha entre 7 e 8 anos, andava bastante de bicicleta e num certo dia, acabei caindo. A minha mãe não estava em casa.

          Assim que chegou, ela tomou logo uma providência, que foi passar merthiolate no machucado. Detalhe: ela falou que não ardia!

          Mas quando ela passou, ardeu muito! Minha mãe ficou com dó e disse:

          - Deixa eu dar um beijinho que sara!

          Mas ela esqueceu que tinha acabado de passar merthiolate. Ela ficou com a boca ardendo e  o gosto do merthiolate na boca, mas o machucado sarou. Obrigada, mãe, por ter me dado o beijinho de merthiolate!

Giovanna Lima, 6º A

quarta-feira, 4 de maio de 2016

A Salvadora


A Salvadora


          Eu devia ter uns 7 ou 8 anos e brincava com meu irmão no quintal de casa. Havia um portãozinho com grades na entrada e, de brincadeira, resolvi colocar uma das minhas pernas entre as barras de aço. Enfiei a perna até a altura das coxas e não conseguia mais tirá-la dali. Fiquei desesperada! Minha perna estava presa!

          Meu irmão tentou me soltar de todas as formas:  puxou meu corpo pela cintura, puxou a minha perna, até tentou forçar e abrir as grades com as mãos! Tudo em vão! Minha perna já estava doendo e eu, com vontade de chorar! Pensava nas graves consequências do meu ato, talvez precisassem chamar um serralheiro para cortar as grades do portão com um maçarico! Meu pai ficaria uma fera!

          Como último ato, vendo que não tinha outro jeito, meu irmão foi chamar a minha mãe. Ela simplesmente olhou e voltou para dentro de casa. Ficamos apreensivos. Ela retornou com um frasco de detergente e foi despejando o líquido na minha perna, que deslizou e se soltou facilmente das grades. Que alívio! Como era bom estar livre novamente! Nesse dia entendi o significado da palavra gratidão. Obrigada mãe, você me salvou!

Profª Luciana

terça-feira, 3 de maio de 2016

O Sapo falante


O Sapo falante


          Certa tarde, fazendo meus deveres de casa, me surpreendi com uma voz fina e metálica, que dizia:

          - Esconda-me, por favor. Não quero me transformar em príncipe. E muito menos me casar com uma princesa! Esconda-me!

          Era um pequeno sapo verde que, dizendo isso, saltou e foi cair bem ao lado do meu caderno.

          Joguei o caderno no chão e levantei da cadeira, olhando espantada para o sapo a minha frente.

          - Não tenha medo - disse o sapo - Não  quero assustá-la. Apenas esconda-me daquela garota maluca que quer que eu vire príncipe.

          Não respondo nada, apenas continuo a olhar aquela criatura verde falante. O sapo veio pulando e sentou-se perto do meu pé, que nojo! Saí de perto e olhei para o sapo, ainda com medo do que ele poderia fazer, então falei:

          - Que... Quem é você? Desde quando sapos falam? Que história é essa de príncipe? Será que eu estou sonhando? Ai, meu Deus, alguém me acorda, o que eu... - O sapo me interrompeu:

          - Calma, calma! Vamos por partes. Eu sou Jack Prince. Sapos não falam, eu pedi a uma feiticeira para me transformar num sapo. E não, isso não é um sonho.

          Ele pediu para virar um sapo? Como assim? Perguntei o porquê e ele falou:

          - Bem, eu ficava preso no meu reino, porque minha mãe, a Rainha Leila Prince, não me deixava sair de casa de jeito nenhum e eu queria ser livre. Então eu fui até uma feiticeira e pedi a ela que me transformasse em sapo. E assim me tornei livre.

          Tá, quer dizer então que ele não quer voltar a ser príncipe e nem se casar com uma princesa.

          - Sua história é bem estranha, você não podia virar um bicho mais bonitinho, não? - Ele apenas deu risada - E porque é que você, com tantas casas por aí, foi parar justamente na minha?

          - Bem... Tive um bom pressentimento sobre essa casa.

          Passei a tarde conversando com o Jack e descobri várias coisas sobre ele, nos tornamos grandes amigos. Todos os dias nós nos víamos, até que me apaixonei por ele. Fui a feiticeira e pedi a ela que me transformasse em sapo também. E assim, como em todos os contos de fadas, vivemos felizes para sempre.

Isabela Monteiro, 6ºB

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Brabuleta



Brabuleta

A menina diz voa voa brabuleta
E a professora corrige
O certo é voa voa borboleta
Então como é?
Eu acabei de explicar
Ah, entendi, o certo é
Voa voa acabei de explicar.

Maria Eduarda Lacerda, 6º C


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Preciosa do Brasil



Preciosa do Brasil

Pedra pedra pedra
pode ser azulada ou esverdeada

ela atrai felicidade e amor verdadeiro
era usada como talismã pelos marinheiros

para eles sempre uma bela pedra.
Querem saber o nome dela?

          Água-marinha

Gabriel Mene, 6º A

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Borboleta que cabe na mão



Borboleta que cabe na mão

Voando ela vai
Voando ela vai
De onde será que ela sai?
Será que é de um casulo escuro,
Ou de uma casa sem futuro?

Voa voa borboleta
Quem te olha tem inveja
Do seu pequeno coração...
Borboleta que cabe na mão

Mariana Vasconcelos, 6º A