sexta-feira, 12 de maio de 2017

Na volta a gente compra!



Na volta a gente compra!


          Um dia quando eu tinha 9 ou 10 anos, eu estava saindo com a minha mãe lá em Poá. Eu vi uma bola de futebol, aí eu falei:

          - Mãe, mãe, compra essa bola pra mim!

          Aí ela falou:

          - Calma, calma! Vamos ver se vai sobrar dinheiro, que eu vou na lotérica pagar as minhas contas.

          - Tá bom, mãe!

          Aí ela saiu da lotérica e nós voltamos ao mesmo lugar. Ela já ia voltar para casa direto, quando eu falei:

          - Mãe! A bola! Compra!

          - Pega a sua bola.

          E no fim ela comprou a minha bola.

          Mãe, te amo!

Kauê Silva, 6ºC

Dedo amputado



Dedo amputado


          Eu tinha uns 6 ou 7 anos quando isso aconteceu. Eu estava na sala da minha casa sem absolutamente nada para fazer e decidi ir até a cozinha ver se a minha mãe estava precisando da minha ajuda. Ela disse que não e foi ao banheiro. Então eu vi um anel e o coloquei no meu dedo, que ficou preso.

          Minha mãe saiu do banheiro e estava voltando para a cozinha. Eu fiquei com muito medo dela ficar com raiva e me bater, então tentei puxar aquela coisa, mas não saía. Minha mãe chegou e viu aquele objeto no meu dedo e por incrível que pareça, ela não ficou brava.

          Tive muito medo de ter que amputar o dedo anelar. Minha mãe tentou e tentou puxar aquela coisa e não teve sucesso. Depois ficou pensando um bom tempo, até que teve a ideia de colocar um pouco de detergente em meu dedo e o anel saiu.

Victor Henrique, 6ºA

Aventura na lotérica




Aventura na lotérica


          Um dia eu estava em casa, normal, eu tinha uns 5 anos e minha mãe me chamou para ir ao centro com ela. Então eu me arrumei e fui.

          Quando chegamos lá, minha mãe e eu fomos pagar as contas de casa, quando de eu soltei a mão dela e saí andando pela lotérica.

          De repente eu não vi mais onde a minha mãe estava, então, olhando para o chão, peguei na mão de uma estranha. Quando olhei para cima, vi que não era a minha mãe. Comecei a chorar, mas quando olhei para o lado, vi a minha mãe e fui correndo abraçá-la.

João Vitor Oliveira, 6ºB

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Como eu era sapeca!



Como eu era sapeca!


          Um dia eu, dona Alicya, tinha acabado de chegar da creche e minha mãe me colocou para mamar. Eu tinha 1 ou 2 anos, mas era grandona.

          Minha mãe tinha uns 34 anos e ela me achava uma gracinha... Bom, deixa eu voltar ao assunto.

          Quando eu acabei de mamar ela me deixou no "chiqueiro" e foi fazer comida. Mas como eu era muito sapeca, pulei a grade, fui para perto do fogão e me queimei.

          Minha mãe veio correndo e me colocou no colo. Ela me ajudou colocando gelo, ficou vermelho e luxou, mas graças a minha mãe, ficou tudo bem.

          Obrigada, mãe. Te amo muito.

Alicya Kelly, 6ºC

Um chute muito forte



Um chute muito forte


          Certo dia eu estava jogando bola no quintal da minha casa com os meus dois primos quando um deles chutou a bola muito forte e bateu em mim. Quando eu caí, bati a cabeça na torneira e começou a sair muito sangue.

          A minha mãe saiu correndo para o hospital e quando cheguei lá, o médico falou:

          - Foi só um furinho, vou fazer um curativo.

          Eu voltei para casa e quando cheguei, fui direto jogar bola.

Kauan Richard, 6ºB

terça-feira, 9 de maio de 2017

O incêndio



O incêndio


          Um dia eu estava cozinhando um miojo, aí eu estava distraído com o celular e deixei o gás ligado. Quando fui fazer outro, BUM!! A casa estava pegando fogo e eu gritei com a maior força:

          - Fogo!

          Saí correndo o mais rápido possível.

          Eu acordei com uma máscara na cara e percebi que estava no hospital com minha mãe do meu lado, nós dois muito machucados. Assistimos a TV mostrando a nossa casa destruída.

          6 meses depois...

          Voltando do hospital, o médico disse para eu evitar jogar futebol. Depois voltei a ter minha vida normal, morando na casa da minha avó com minha irmã, minha mãe e meu pai. E assim foi indo...

Gabriel Freire, 6ºC

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O sapo falante



O sapo falante


          Certa tarde, fazendo meus deveres de casa, eu me surpreendi com uma voz fina e metálica, que dizia:

          - Esconda-me, por favor! Não quero me transformar em príncipe. E muito menos me casar com uma princesa. Esconda-me!

          Era um pequeno sapo verde que, dizendo isso, soltou e foi cair bem ao lado do meu caderno.

          - Calma, garoto! Não se assuste! Eu não sou mau!

          Eu me acalmei e pedi pra ele me explicar a sua história:

          - Eu não quero me casar, então pedi para uma bruxa me transformar em um sapo.

           Então eu falei:

          - Mas não é tão ruim, é só você achar a mulher certa.

          Então ele achou a mulher ideal, se casou e tiveram dois filhos.

Matheus Assunção, 6ºB

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Pintor maluco



Pintor maluco

Pintor ou pintorinha
gostamos de pintar
pintamos rosas, mulheres,
o que vem na cabeça.

Com roupa de astronauta
e até no fundo do mar
com um polvo ao meu lado
só pra me observar.

Felipe Ferreira, 8ºA

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Frederico e eu



Frederico e eu


          Certa madrugada, estava só em casa, quando ouvi o barulho de um copo se quebrando na cozinha. Eu fui correndo até lá e encontrei um cachorrinho de não mais de 20 centímetros, um jack russel, que me disse:

          - Meu nome é Frederico. Fui pegar coca-cola gelada, mas o copo caiu da minha mão.

          - Pe-pe-pe-peraí! Você fala?!? Toma coca e ainda pega coisas com a mão?!?

          - Meu antigo dono me ensinou. Até que um dia ele não acordou mais.

          - Você pode ficar aqui quanto tempo quiser.

          No dia seguinte, acordei com um cheirinho de ovos com bacon. Eu pensei que minha mãe tinha voltado de viagem e preparado, mas tive uma surpresa quando cheguei na cozinha.

          - Oi, mãe... O quê? Você também sabe cozinhar?

          - Sim, meu antigo dono me ensinou. Mas que grosseria a minha, qual é o seu nome?

          - Ah, sim, meu nome é Rogério.

          - Você está com fome?

          - Sim, um pouco.

          - Vá escovar os dentes e depois vem colocar a sua comida.

          - Humf... Ele daria uma bela mãe... Do jeito que ele manda em mim... E eu estou obedecendo um cachorro...

          - Eu ouvi isso! Agora você vai ter que fazer sua própria comida!

          Ainda bem que eu já tinha ganhado a minha mesada, então fui comer fora. À tarde eu estava indo para a praça de bicicleta quando o Frederico disse:

          - Bora apostar corrida de bicicleta e eu a pé?

          Claro que topei, mas foi vergonhoso o resultado. Eu perdi! Quando eu o vi correndo pensei:

          - Parece que ele treina para a maratona!

          Quando voltamos para casa eu fiquei feliz, pois meus pais iriam chegar amanhã cedo.

          No dia seguinte...

          Expectativa: "Claro, filho! Pode ficar com esse cachorro."

          Realidade: "Não, filho! Sabe quantas pulgas tem esse animal?"

          - Mas mãe, o dono dele morreu! E ele é mais rápido que o Usain Bolt! E ele fala e toma coca-cola!

          - Quero ver!

          - Quer coca, Frederico?

          - Quero.

          Depois dele provar tudo o que eu falei para a minha mãe, ela me deixou ficar com o Frederico. Meus pais procuraram e enterraram o antigo dono. Meus pais ficaram ricos porque o Frederico venceu muitas corridas.

          Essa é a minha história, de como conheci o Frederico e que acaba com a gente numa piscina tomando uma coca bem gelada.

Wilian Lima. 6ºC

terça-feira, 2 de maio de 2017

O Pato Donald e a Matemática



O Pato Donald e a Matemática


          O Pato Donald fez uma viagem para descobrir sobre a Matemática na Grécia Antiga.

          Então, lá na Grécia, ele descobriu o pai da Matemática, que era Pitágoras. Explicaram que a música e a arte precisam da Matemática.

          O Pato Donald também descobriu o pentagrama, que é a estrela de ouro para os gregos. E o retângulo de ouro, que representa a beleza matemática.

Caio Franco, 6ºA

Orientado por:
Prof. Rogério Nakagawa