sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Escrever sempre!



Escrever sempre!


          Comecei a escrever quando tinha cinco anos de idade. Não me lembro da primeira história que escrevi. Gosto de ler, escrever e produzir novos textos, tanto em casa como na escola. 

          Quando a professora pede para fazermos os textos, faço todos, pois pode ajudar na prova e na nota. Quando era menor não gostava de escrever, pois a professora do terceiro ano falava que estava sem sentido e tinha que refazer.

          Meus textos são curtos, pois fico cansada de escrever, porém dei uma grande melhorada. Já li uma série de livros, leio diferentes tipos de livros e textos, ouço notícias para conhecer novas palavras e criar bons textos. 

Izabela Batista Martins, 6ºA

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Falta de Internet



Falta de Internet


          Um dia, havia um menino que não gostava de estudar por conta da internet e a sua mãe falava:

          - Joãozinho, vai estudar!

          Mas Joãozinho nunca ligava. A mãe, que se chamava Raimunda, decidiu pegar o celular do filho, só que não adiantava, Joãozinho pegava de volta.

          Mas num certo dia aconteceu uma coisa grave. Joãozinho foi pegar o celular e viu que não tinha internet, então falou:

          - Ah, daqui a pouco volta a internet.

Então ele e a mãe viram na reportagem que todos iam ficar sem internet por três meses. Quando Joãozinho ouviu esta notícia quase caiu duro.

          Então foi se passando o tempo. Joãozinho começou a estudar e a mãe não parava de falar:

          - Esse é o meu filho! Agora só está tirando nota boa.

          E Joãozinho falava:

          - Pois é, mãe!

          Passaram-se os três meses e Joãozinho viu na reportagem que a grande internet tinha voltado. Só que Joãozinho nem ligava mais para a internet. Ele agora só queria saber de estudar.

Kaycky Oliveira, 7ºA


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Não me abandone



Não me abandone


Não me abandone, ó dança!
Tenho sede de ti
Minha alma canta
E meu corpo dança.

Não me abandone, ó dança!
Preciso de ti para espairecer
Me mexer
em conjunto com suas batidas
Faz meu coração
bater contigo.

Me alegra, me amolece
Me puxa para dançar
Me envolve
em seus braços de melodia
Não me deixe
te peço.

Fernanda Gaspar, 7ºC

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Gostar de escrever



Gostar de escrever


          Quando eu era pequeno gostava muito de escrever.

          Eu amo escrever histórias arrepiantes, de amor, de comédia e de ação. Então comecei a crescer, comecei a ficar ruim de textos, mas depois de tanto tempo, gostei novamente.

          Sempre que tem redação eu faço com muito esforço e amor.

Marcos Henrique, 6ºC

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Casa na árvore



Casa na árvore


Casa na árvore é só alegria
faço tudo o que quiser todo dia
brincar é alegria
esconde-esconde
chá da tarde e pega-pega
são mil maravilhas
hoje eu vou brincar
na minha casinha
tão bonitinha
amanhã, depois de amanhã e sempre
na minha casinha.

Jeniffer Cristina, 7ºA

sábado, 5 de agosto de 2017

O Sumiço das cores





O Sumiço das cores


          Era um dia normal em Coreslândia até que o malvado Preto e Branco quis tirar as cores do mundo. Então ele teve um plano:

          - Desta vez o meu plano vai dar certo porque eu vou tomar o lápis da princesa Lay.

          O Preto e branco foi até o castelo Coreslândia, tomou o lápis e sumiu. Todos no reino se desesperaram porque tudo estava ficando Preto e branco. Então Lay disse:

          - Acalmem-se, todos! Vou dar um jeito de recuperar as cores!

          A cada segundo que passava, algo ficava preto e branco, então Lay teve uma ideia, mas isso devia afetar os reinos vizinhos. Então ela foi até Docelândia.

          Chegando lá, Docelândia já estava ficando preto e branco também. Então Mel, a rainha de Docelândia, falou para Lay:

          - Pegue seu pincel e eu pego a minha varinha.

          Eles fizeram muitas cores e muitos doces e recuperaram as cores. Então o Preto e Branco falou:

          - Quando vou ver o mundo preto e branco?

Maria Clara, 6ºB



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A Bailarina



A Bailarina


Aquela menina
tão pequenina
que sonhava ser
uma bailarina.

Aquela música
tão suave
como as asas
de uma ave.

A pequena menina
dançava aquela melodia
até que um dia se tornou
uma bela bailarina.

Emylli Kethelin, 7ºC

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A família das linguicinhas



A família das linguicinhas


          Ben e Laila, as salsichinhas, foram visitar seus primos linguicinhas, Can, Tina, Quel e Nina. Quel e Nina são as filhas das linguicinhas Can e Tina. Eles tem uma casa de três andares, eles gostam muito de molho de pimenta e as linguicinhas pequenas Quel e Nina de um pouco de limão espremido. A casa deles é feita de vidros de molho de pimenta, o carro é de arroz e as rodas são feitas de feijão.

          Depois eles foram visitar o parque e todos tomaram sorvete de mostarda. Eles brincaram de esconde-esconde, as salsichinhas e as linguicinhas. Depois eles foram para casa jogar videogame, estava muito divertido, mas chegou a hora de ir embora.

          - Tchau, salsichinhas - falou a família linguicinha.

          - Até mais, linguicinhas - falaram Ben e Laila.

          E depois todos foram para casa e viveram molhadinhas de tomate para sempre. 

Emelhyn Ramos, 6ºB

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Meu violino



Meu violino


Quando fico brava
sempre tenho meu cantinho
fico ali sozinha
tocando meu violino.

Sempre componho músicas
para sozinha tocar
mas sempre alguém
me chama para apresentar.

Já tinha alguns fãs
porque sempre me apresento
e todo mundo fala
você tem seu talento.

Geovanna Gabriele, 7ºC

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Abduzido



Abduzido


          Um dia Marcelo estava em casa entediado, quando acontece uma invasão de gatos galácticos. Marcelo estava desesperado e acabou sendo abduzido pela nave dos gatos galácticos.

          Depois disso Marcelo é intoxicado pela nave, assim o olho dele ficou diferente, ele conseguia ver longe e em 360 graus. Depois a nave pousou em um planeta chamado Animal Planet, um planeta cheio de animais e não existiam humanos.

          Marcelo, junto com os gatos, foram até o rei que era um leão. Os gatos levaram ele para falar das condições da Terra, pois eles queriam morar lá.

          - Vossa Majestade, trouxemos um terráqueo como o senhor pediu - o soldado-gato falou para o rei.

          - Obrigado, estão dispensados, soldados. Então, como está a Terra, terráqueo? - o rei perguntou para Marcelo.

          - A Terra está ótima, tem tecnologias, áreas urbanas e rurais. Bom, é só isso que eu posso lhe dizer - Marcelo falou para o rei.

          - Está bem, vamos fazer um duelo de xadrez. Se você ganhar, a Terra vai continuar do jeito que está. Mas se você perder, a Terra é nossa.

          Então Marcelo estava em um jogo que decidiria o futuro da Terra. A partida estava tensa. Marcelo estava em vantagem, por causa dos olhos ele  conseguia ver os movimentos do rei. Depois disso Marcelo ganha a partida e a Terra continua a mesma. Assim Marcelo volta ao seu lar depois de uma aventura muito bizarra.

David Vieira, 6ºA