terça-feira, 15 de agosto de 2017

Motocross



Motocross


          Era uma vez um cara que andava de moto radical. Um dia ele estava andando, caiu e perdeu a perna. Ele não podia mais andar. Passou dez dias e ele estava internado porque estava com muita dor na perna com prótese.

          Ele continuava com muita dor e sua mulher falou que ele não ia mais andar de moto. Ele falou que quando ele melhorasse, ele ia andar de novo, sim. Passaram mais dez dias, ele estava com a perna bem melhor e foi quando saiu escondido, pegou sua moto e foi correr.

          Quando chegou na pista, foi fazer manobra, caiu e desmaiou. Quando chegou no hospital, ele morreu com trauma craniano.

Leonardo Guilherme, 6ºC

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Novos amigos



Novos amigos


          Certo dia uma menina chamada Laura estava mexendo no celular, quando sua mãe Ágata a chamou. Ela reclamou, pois não tinha como pausar o jogo, mas acabou indo.

          Quando ela chegou na cozinha teve que lavar a louça. Ela lavou correndo para poder continuar jogando.

          Chegando no quarto, ela viu que a internet não estava funcionando. Logo depois disso, sua mãe gritou:

          - Acabaram de falar aqui no rádio que a internet parou no mundo todo.

          Laura começou a chorar, pois estava quase zerando seu jogo. Ágata, vendo a situação de sua filha, disse:

          - Filha, a vida não é resumida em internet. Por que você não vai na rua brincar com seus amigos?

          Então Laura foi brincar e gostou muito.Durante a semana toda Laura ia brincar com seus amigos.

          No domingo Laura disse a sua amiga Letícia que estava sendo bem legal ficar sem internet. Mas Letícia não entendeu nada e disse:

          - Oxe! Como assim, sem internet?

          Laura ficou muito desconfiada e foi correndo para sua casa. Chegando lá ela contou que sua amiga estava com internet. A mãe sorriu e falou que ela só tinha desligado a internet. Ágata estava esperando que sua filha ficasse muito brava, mas ela olhou para sua mãe e disse apenas "Obrigada", pois ela tinha feito novos amigos e até hoje ela sai à tarde e vai brincar com seus amigos.

Giovanna Lima, 7ºA


sábado, 12 de agosto de 2017

Na luz de um luar



Na luz de um luar


Na luz de um luar
Vi um lobo uivar.

Um uivo
longo e constante
fez eu me arrepiar.

A luz com aquele brilho
me encheu de amor
Então compus
para o meu amor.

Jhenifer Vitoria, 7ºC

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Escrever sempre!



Escrever sempre!


          Comecei a escrever quando tinha cinco anos de idade. Não me lembro da primeira história que escrevi. Gosto de ler, escrever e produzir novos textos, tanto em casa como na escola. 

          Quando a professora pede para fazermos os textos, faço todos, pois pode ajudar na prova e na nota. Quando era menor não gostava de escrever, pois a professora do terceiro ano falava que estava sem sentido e tinha que refazer.

          Meus textos são curtos, pois fico cansada de escrever, porém dei uma grande melhorada. Já li uma série de livros, leio diferentes tipos de livros e textos, ouço notícias para conhecer novas palavras e criar bons textos. 

Izabela Batista Martins, 6ºA

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Falta de Internet



Falta de Internet


          Um dia, havia um menino que não gostava de estudar por conta da internet e a sua mãe falava:

          - Joãozinho, vai estudar!

          Mas Joãozinho nunca ligava. A mãe, que se chamava Raimunda, decidiu pegar o celular do filho, só que não adiantava, Joãozinho pegava de volta.

          Mas num certo dia aconteceu uma coisa grave. Joãozinho foi pegar o celular e viu que não tinha internet, então falou:

          - Ah, daqui a pouco volta a internet.

Então ele e a mãe viram na reportagem que todos iam ficar sem internet por três meses. Quando Joãozinho ouviu esta notícia quase caiu duro.

          Então foi se passando o tempo. Joãozinho começou a estudar e a mãe não parava de falar:

          - Esse é o meu filho! Agora só está tirando nota boa.

          E Joãozinho falava:

          - Pois é, mãe!

          Passaram-se os três meses e Joãozinho viu na reportagem que a grande internet tinha voltado. Só que Joãozinho nem ligava mais para a internet. Ele agora só queria saber de estudar.

Kaycky Oliveira, 7ºA


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Não me abandone



Não me abandone


Não me abandone, ó dança!
Tenho sede de ti
Minha alma canta
E meu corpo dança.

Não me abandone, ó dança!
Preciso de ti para espairecer
Me mexer
em conjunto com suas batidas
Faz meu coração
bater contigo.

Me alegra, me amolece
Me puxa para dançar
Me envolve
em seus braços de melodia
Não me deixe
te peço.

Fernanda Gaspar, 7ºC

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Gostar de escrever



Gostar de escrever


          Quando eu era pequeno gostava muito de escrever.

          Eu amo escrever histórias arrepiantes, de amor, de comédia e de ação. Então comecei a crescer, comecei a ficar ruim de textos, mas depois de tanto tempo, gostei novamente.

          Sempre que tem redação eu faço com muito esforço e amor.

Marcos Henrique, 6ºC

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Casa na árvore



Casa na árvore


Casa na árvore é só alegria
faço tudo o que quiser todo dia
brincar é alegria
esconde-esconde
chá da tarde e pega-pega
são mil maravilhas
hoje eu vou brincar
na minha casinha
tão bonitinha
amanhã, depois de amanhã e sempre
na minha casinha.

Jeniffer Cristina, 7ºA

sábado, 5 de agosto de 2017

O Sumiço das cores





O Sumiço das cores


          Era um dia normal em Coreslândia até que o malvado Preto e Branco quis tirar as cores do mundo. Então ele teve um plano:

          - Desta vez o meu plano vai dar certo porque eu vou tomar o lápis da princesa Lay.

          O Preto e branco foi até o castelo Coreslândia, tomou o lápis e sumiu. Todos no reino se desesperaram porque tudo estava ficando Preto e branco. Então Lay disse:

          - Acalmem-se, todos! Vou dar um jeito de recuperar as cores!

          A cada segundo que passava, algo ficava preto e branco, então Lay teve uma ideia, mas isso devia afetar os reinos vizinhos. Então ela foi até Docelândia.

          Chegando lá, Docelândia já estava ficando preto e branco também. Então Mel, a rainha de Docelândia, falou para Lay:

          - Pegue seu pincel e eu pego a minha varinha.

          Eles fizeram muitas cores e muitos doces e recuperaram as cores. Então o Preto e Branco falou:

          - Quando vou ver o mundo preto e branco?

Maria Clara, 6ºB



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A Bailarina



A Bailarina


Aquela menina
tão pequenina
que sonhava ser
uma bailarina.

Aquela música
tão suave
como as asas
de uma ave.

A pequena menina
dançava aquela melodia
até que um dia se tornou
uma bela bailarina.

Emylli Kethelin, 7ºC