terça-feira, 22 de agosto de 2017

Famosinho da Internet



Famosinho da Internet


          Um menino era youtuber, ele era muito famoso, ele era chamado de "O Rei da Internet". Todo dia ele fazia um vídeo quando chegava da escola. Ele não ligava muito para a mãe e para o pai, que ficavam muito tristes.

          Quando ele não estava fazendo vídeo, estava no celular jogando jogos de tiro. Um dia quando ele estava postando um vídeo, o wi-fi parou de pegar. Ele falou para a mãe:

          - Você não pagou o wi-fi, mãe?

          E a mãe dele respondeu:

          - Paguei.

          Depois de alguns minutos ele saiu para a rua e os meninos falaram:

          - Até que enfim você saiu pra rua. 

          - É por que o meu wi-fi parou de funcionar.

          Daí os meninos responderam que parou de todos. 

          Depois de algumas horas eles ficaram sabendo que deu uma pane no mundo inteiro. Os meninos ficaram muito tristes. 

          Depois de uma semana o wi-fi voltou. Só que agora ele só fazia vídeo às segundas-feiras. Ele começou a dar mais atenção para a família dele. 

Murilo Barreto, 7ºA

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O Pólo Norte



O Pólo Norte


          Um dia Afonso queria conhecer o Pólo Norte. Era seu sonho e ele foi e deixou a família no Brasil.

          Ele chegou no Pólo Norte e viu uma montanha de gelo. Ele quis escalar, mas sabia que era perigoso. Mesmo assim ele quis subir a montanha perigosa. Ele vestiu a roupa de escalada.

          Antes de subir a montanha, ele escorregou, mas nada grave aconteceu. Quando ele já estava a 30 metros do chão, subiu mais 40 metros. Então gancho soltou, ele caiu e morreu.

          Depois de um ano ele reencarnou, foi até a família dele e matou todos. O que nós sabemos é que Afonso era perigoso!

Sofia Laura, 6ºB

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Me contaram uma história



Me contaram uma história


Me contaram uma história
de uma pequena bailarina
mas que dançava grandemente.

Um pulo pra cá e um pra lá
dança sem parar
para se alegrar
ela rodopia
não liga pra vida.

Como é aquele passo?
Que gira, pula e rodopia?
Não sei!
Brinca, dança e pula
É uma brincadeira
uma dança imaginária.

Maria Eduarda Rodrigues, 7ºC

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Minha escrita



Minha escrita


          Eu comecei a escrever com 3 anos, mas escrever histórias de verdade comecei com 7 anos. A primeira história foi na escola, a história ficou bem criativa e interessante, eu gostei muito. Eu não escrevo muito fora da escola, só escrevo quando não terminei as lições na escola, aí eu faço em casa.

          Eu gosto de escrever sobre mim, quando estou com raiva da minha mãe eu escrevo uma história pedindo desculpas. Quando tenho que escrever uma redação eu demoro muito pra começar, mas quando eu começo a escrever vem um monte de ideia na cabeça. 

          Eu fico com medo de não conseguir fazer direito e a professora não gostar das minhas redações. Eu não tenho dificuldade para escrever, o problema é começar, porque depois que começo a escrever, vai tudo de boa. Quando eu era menor, amava escrever, quando via uma caneta e um papel, ficava louca para escrever. 

          Meus textos são longos e curtos, porque tem dia que eu fico com uma vontade de escrever, mas tem dia que eu não tenho vontade de escrever nada. E hoje eu estou contando um pouco sobre a minha escrita. 

Mariane Araújo, 6ºC

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Vice-versa



Vice-versa


Por trás de um rosto feliz
Há um rosto triste
E vice-versa.

Por trás de um rosto bravo
Há um rosto simpático
E vice-versa.

Por trás da animação
Há agonia
E vice-versa.

Por trás do medo
Há emoção
E vice-versa.

Chega de usar máscaras
Ou disfarçar
E vice-versa.

Alana Kailani, 7ºC

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Motocross



Motocross


          Era uma vez um cara que andava de moto radical. Um dia ele estava andando, caiu e perdeu a perna. Ele não podia mais andar. Passou dez dias e ele estava internado porque estava com muita dor na perna com prótese.

          Ele continuava com muita dor e sua mulher falou que ele não ia mais andar de moto. Ele falou que quando ele melhorasse, ele ia andar de novo, sim. Passaram mais dez dias, ele estava com a perna bem melhor e foi quando saiu escondido, pegou sua moto e foi correr.

          Quando chegou na pista, foi fazer manobra, caiu e desmaiou. Quando chegou no hospital, ele morreu com trauma craniano.

Leonardo Guilherme, 6ºC

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Novos amigos



Novos amigos


          Certo dia uma menina chamada Laura estava mexendo no celular, quando sua mãe Ágata a chamou. Ela reclamou, pois não tinha como pausar o jogo, mas acabou indo.

          Quando ela chegou na cozinha teve que lavar a louça. Ela lavou correndo para poder continuar jogando.

          Chegando no quarto, ela viu que a internet não estava funcionando. Logo depois disso, sua mãe gritou:

          - Acabaram de falar aqui no rádio que a internet parou no mundo todo.

          Laura começou a chorar, pois estava quase zerando seu jogo. Ágata, vendo a situação de sua filha, disse:

          - Filha, a vida não é resumida em internet. Por que você não vai na rua brincar com seus amigos?

          Então Laura foi brincar e gostou muito.Durante a semana toda Laura ia brincar com seus amigos.

          No domingo Laura disse a sua amiga Letícia que estava sendo bem legal ficar sem internet. Mas Letícia não entendeu nada e disse:

          - Oxe! Como assim, sem internet?

          Laura ficou muito desconfiada e foi correndo para sua casa. Chegando lá ela contou que sua amiga estava com internet. A mãe sorriu e falou que ela só tinha desligado a internet. Ágata estava esperando que sua filha ficasse muito brava, mas ela olhou para sua mãe e disse apenas "Obrigada", pois ela tinha feito novos amigos e até hoje ela sai à tarde e vai brincar com seus amigos.

Giovanna Lima, 7ºA


sábado, 12 de agosto de 2017

Na luz de um luar



Na luz de um luar


Na luz de um luar
Vi um lobo uivar.

Um uivo
longo e constante
fez eu me arrepiar.

A luz com aquele brilho
me encheu de amor
Então compus
para o meu amor.

Jhenifer Vitoria, 7ºC