terça-feira, 12 de abril de 2022

A internet


A internet


A internet é um meio de pesquisa e comunicação bastante utilizado hoje em dia. Na internet você pode se comunicar com qualquer pessoa e em qualquer lugar.

A internet pode ser boa e ruim, dependendo do jeito que você utiliza. Durante a pandemia, as pessoas começaram a utilizar mais a internet para trabalhar, estudar, se comunicar com amigos, familiares e colegas de trabalho. Quando você utiliza a internet para pesquisa, você acha diversas respostas de maneiras diferentes e também serve para fazer compras.

A internet também tem seu lado negativo, nela pode-se achar fake news. A internet também pode se tornar um vício pelo tempo que você usa e durante a pandemia as pessoas começaram a utilizá-la mais. Nela tem pessoas que usam para o bem e para o mal.

As pessoas deveriam utilizar a internet de maneira certa, não espalhar fake news e também os pais deveriam prestar atenção no que as crianças acessam na internet, pois pode ser perigoso. Existem aplicativos ou funções para bloquear sites inapropriados para menores, então devemos cuidar para que utilizemos bem a internet.


Natalia Santos de Moura, 9ºA


 

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Fã enlouquecida

 



Fã enlouquecida


Ligou a TV no YouTube.

Aumentou o volume e dançou. 

Deu pausa no vídeo, avistou o BTS, deu zoom no Ji-min.

Beijou a tela e desligou a TV.


Manuella Fernandes Garcia, 7ºA

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Norton


Norton


    Era uma vez um lindo cachorro branco de pintinhas pretas espalhadas pelo corpo. Vivia no seu ninho com seus 7 irmãozinhos, todos brancos. 

    Todos conseguiram um lar menos o lindo cachorro de pintinha preta, que viveu por vários meses abandonado no canil. E durante esse tempo foi tendo várias crias e todos ganhando um lar. 

    Mas um belo dia ele fugiu de tristeza e foi viver nas ruas e acabou ficando doente de tanto tomar chuva e passar fome. 

    Mas uma noite uma menina estava passando e viu o cachorro doente e resolveu adotá-lo. O lindo cachorro ganhou um nome chamado Norton e um lar muito feliz e passou o resto de sua vida ao lado da menina muito feliz.


Carolina Souza dos Santos, 7ºB

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Morena de neve

 


Morena de neve


E lá estava ela deitada em sua cova. 

Até que um príncipe da região decide tentar acordá-la com um beijo. 

E aí rapidamente ela se levanta e lhe dá um tapa. 


Letícia Santana Câmara, 7ºB

terça-feira, 15 de setembro de 2020

O socorrista



O socorrista 


O socorrista foi chamado para socorrer a senhora

que foi atropelada.

E levada para o hospital.


Felipe Gabriel, 7ºA


O trabalhador

 



O trabalhador


Existia um pai.

Ganhou seu salário.

E foi para casa, sustentar a família.


Ryan de Oliveira Inoue, 7ºB

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

O menino que não desiste



 O menino que não desiste


    Era uma vez um garoto chamado "O Menino que não desiste". Esse menino lutava na vida pois ele nasceu em uma família que não tinha uma vida financeira boa. Então ele cresceu e foi falar com seus pais: 

    _ Por que vocês não desistem?

    Então os pais dele disseram isso:

    _ Desistir não é uma opção. Você deve ir até o fim.

    Isso motivou ele e então hoje em dia agora ele é bem rico e ele agradece aos pais que falaram para ele não desistir. 


Eduardo Nascimento Vanderlei, 7ºA


O gato desengonçado



O gato desengonçado


    Era uma vez um gato que possuía um pelo bonito, era gordo, porém andava desengonçado. Suas patas eram tortas e também ele era vesgo.

    Certo dia ele estava no meio de outros gatos e nesse dia seus colegas riram muito dele, ficaram correndo tentando derrubá-lo, com isso o gato decidiu ir embora. 

    Mas mesmo com o jeito desengonçado, ele era muito divertido, adorava ajudar a todos.

    Analisando todas as situações, seus colegas decidiram ir atrás dele e pedir para ele voltar.

    Vendo que seus colegas tinham se arrependido, resolveu voltar e viver a vida junto com eles.


Davi de Oliveira Sebastião, 7ºA

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Túnel do Terror do Playcenter



Túnel do Terror do Playcenter


Era final dos anos 80. Eu tinha uns 13 anos e havia me mudado há pouco tempo para Bragança Paulista. Cidade nova, escola nova. Não conhecia ninguém, mas logo comecei a fazer algumas amizades.

Minha mãe fazia compras em um supermercado que existe até hoje, o Supermercado do Papai. Esse supermercado fazia sorteios e eu preenchia os cupons para a minha mãe, pois ela tinha preguiça de escrever. Alguns eu colocava no nome dela, outros no meu nome mesmo.

Sempre fui sortuda. Os cupons no meu nome davam sorte. Fui sorteada duas vezes. Uma vez ganhei um pacote de arroz de 5 kg. Minha mãe adorou, já eu nem me importei muito. Alguns dias depois fui sorteada novamente e desta vez o prêmio era uma excursão para o Playcenter. Fiquei super feliz! Eu sonhava conhecer o Playcenter, várias amigas minhas já tinham ido. Pena que eu não iria com as minhas amigas e sim com a excursão do supermercado, .

No dia da excursão, acordei cedo e fui ao local de saída do ônibus. Tinha todo tipo de gente, pois as vagas foram por sorteio, então ninguém se conhecia. Tinha pessoas de todas as idades, jovens, adultos e principalmente idosas. Embarquei e segui viagem.

Passei um dia muito legal no Playcenter. Fui em muitos brinquedos, me diverti bastante. Como estava sozinha e em alguns brinquedos as pessoas entram em pares, eu fazia par com qualquer pessoa da fila. Resolvi ir ao Túnel do Terror. Não dava medo, pois as decorações não eram tão assustadoras assim, mas apesar disso, dentro do túnel todo mundo gritava que nem louco.

O Túnel do Terror era um trenzinho com bancos duplos que ia passando por um caminho escuro e cheio de monstros, fantasmas e coisas assustadoras (nem tanto). No Túnel do Terror fiz par com um menino mais ou menos da minha idade que também estava sozinho na fila. No túnel escuro e cheio de monstros, enquanto todos gritavam, ele segurou a minha mão. Fizemos a viagem toda de mãos dadas, dando segurança um ao outro. Quando acabou a viagem pelo túnel, descemos do trenzinho e nos separamos. Nunca mais nos vimos. Não sei seu nome, não lembro do seu rosto, restou apenas o calor de sua mão e uma breve lembrança.

Professora Luciana

As gavetas do tempo



As gavetas do tempo


Ao longo dos anos fui adquirindo conhecimento em várias áreas. Sempre gostei de aprender coisas novas, fazer cursos, ler e fazer o que se chama hoje em dia de "DIY", ou seja, "Do It Yourself" (Faça você mesmo). Hoje em dia há milhares de tutoriais DIY na internet, vídeos e sites que ensinam a se fazer quase tudo. Antigamente (olha a velhinha falando) comprávamos revistas, frequentávamos cursos presenciais. 

Aprendi a fazer muitas coisas na adolescência: pintura em tecido, em tela, em cerâmica, crochê (eu era péssima!), bordado em ponto-cruz, corte e costura, já fiz cursinhos de idiomas (inglês, espanhol, francês) e até de datilografia (para os novinhos que não conhecem, é como digitação, mas em uma máquina de escrever). 

Muitos desses conhecimentos foram se esvaindo com o tempo. Fui esquecendo. Algumas coisas eu pratiquei, outras não. Cada curso, cada aprendizado, é uma gavetinha do conhecimento. Algumas gavetas eu abro de vez em quando e uso o conhecimento guardado. Outras gavetas estão fechadas há muitos anos, mas é importante que elas existam. 

Quando abro uma dessas gavetas, às vezes encontro apenas cinzas. Outras vezes, o meu tesouro guardado está quase intacto. Um pouco empoeirado, mas intacto. Para os mais jovens, digo que encham as suas gavetas. Coloquem nelas seus aprendizados, suas experiências. Eu continuo enchendo gavetas. Às vezes nem sei bem o porquê ou para quê. Mas continuo enchendo. 

Professora Luciana