quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Minha cidade



Minha cidade


Minha cidade
Tem muita felicidade
Um lugar de esperança
Tem muita criança
Bagunça é o que não falta
Sem alegria não tem graça.

Se não tenho criança com quem brincar
Em casa vou ficar
Brinco, brinco, até cansar
Minha rua é de lazer
Posso ficar até anoitecer.

Onde moro tem muito mato
brincamos de confeiteiros
fazendo bolo de barro.

Toda hora vou comprar alguma coisa
arranjo o dinheirinho
pra comprar uma coisa boba.

O lugar onde vivo
é bem colorido
lá eu me divirto
brinco de esconde-esconde
me escondo aonde?

E assim acabou o meu poema
sem nenhum dilema.

Amanda Ramos, 6ºB

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Minhas amigas



Minhas amigas


Agora vou contar
uma história linda
minha e das minhas amigas.

Vou começar com a pessoa
que vejo todo dia
e falar as suas características:
Mirella, Mirellinha,
uma amiga muito querida
mesmo quando a gente briga
você não é esquecida.

Vou falar agora de uma amiga
que não quero brigar
Kauany, Kauaninha,
Não preciso ter te conhecido
desde a barriga da minha mãezinha
porque sabia que seria
minha melhor amiga.

Vou falar de mais uma amiga
que me vê desde recém-nascida
Samilly, minha amiga
quando chora, quando briga,
você para mim é muito querida,
não me esqueço da minha maninha.

Vou falar de uma amiga verdadeira
Mariana não mente,
não ria porque ela é uma ótima amiga.

Vou falar de mais uma amiga querida,
Sophia, às vezes barraqueira,
mas é leal e linda,
suas piadas são de matar de rir, Sophia!
Minha amiga é assim.

Agora para terminar
Jeniffer Cristina,
bela amiga, muito querida,
quando a gente briga
fico feliz por ser minha amiga!

Esta lista é bem bonita
pois fala das minhas amigas.

Isabela Santos, 6ºA


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Brasil



Brasil


Bom, podem até achar estranho
Mas é sobre isso que vou falar:
Vou falar do meu país
que não paro de amar.

O Brasil é um país cheio
de pessoas especiais
Somos todos diferentes
mas por dentro somos iguais.

Nem todos são bons
E nem todos são maus
Ninguém é perfeito
Todos temos um defeito.

Brasil é um país de orgulho
Um país de salvação
Um país de alegria
Um país de muita energia.

Tenho orgulho de ser brasileira
me emociono com a nossa bandeira.

Brasil é um país especial
Um país tropical
Um país fatal
De alegria fora do normal.

Brasil, um país de afeto
Um país tão lindo
Um país maravilhoso
Um país alegre
Um país especial
Pode até não rimar
Mas é sensacional!


Isabella Vasconcelos, 6ºC

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Minha escola



Minha escola


          Minha escola é muito boa, os professores ensinam muito bem, por mais que a maioria das matérias sejam bem complicadas, como a Matemática, por exemplo. Estamos aprendendo álgebra, que é uma coisa muito complicada, mistura letras com números, deixa o aluno todo confuso, mas ainda bem que meu professor ensina muito bem e faz tudo parecer mais fácil.

          O Cybele é uma escola maravilhosa e muito desejada por vários pais por causa do ensino, da merenda que é muito gostosa e por vários outros fatores.

          Uma coisa ruim dessa escola são alguns alunos que acabam trazendo problemas para a escola e para os colegas que querem aprender coisas novas. Outra coisa que é um problema de todas as escolas é o horário de entrada no período da manhã, que é às 7 horas da manhã.

          Gosto muito dos meus amigos e de todos os funcionários da escola e queria agradecer a todos por tudo que me proporcionam.

Vinicius Said, 7ºB

sábado, 22 de outubro de 2016

Lar doce lar



Lar doce lar


Vim aqui para contar
sobre o meu doce lar
Então, sem enrolar,
vamos logo começar!

Onde moro tem muitas crianças
O que é legal, mas às vezes cansa.
Para se recuperar, a gente descansa.

Quem gosta dessa pausa são os adultos
Que com o fim da gritaria
tem de volta a calmaria.

A vizinhança é tranquila
tem gente que parece
que toma camomila
Mas não é sempre assim não...
às vezes tem muita confusão.

Tem dias que penso em me mudar
mas aí saio um pouquinho
e minha ideia começa a mudar.

Gosto muito dos meus amigos
Eles também gostam de mim
Quando nos juntamos
É uma alegria sem fim.

Outra coisa que eu gosto
É de ficar em casa e pensar
Mas quando meus pais me chamam
não resisto, adoro pedalar!

Ana Clara, 6ºC

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Palmeiras, Palmeirinhas



Palmeiras, Palmeirinhas


Palmeiras, Palmeirinhas,
Vamos todos se rebaixar
Vamos dar a meia-volta
E do futebol se aposentar.

O Mundial que tu não tem
era um sonho e se acabou
E o amor pela camisa
Era pouco e se esgotou.

Por isso vá embora
Entra dentro da carroça
Diga Oinc, Oinc,Oinc.
Volta pro chiqueiro agora.


(Paródia da cantiga Ciranda, Cirandinha)

Gabriel Vitorio
Renan Pacheco
Thomas Allen
Vinicius Ruiz
6ºC


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Meu Bairro



Meu Bairro


O lugar onde vivo
tem uma escola
atrás de um campinho
onde meninos jogam bola.

Aqui é um lugar
que não dá pra pedalar
pois toda vez que ando de bike
levo três tombos no mesmo lugar.

Mesmo não sendo onde nasci
eu gosto bastante daqui.
E quando é época de pipa
vejo muitos garotos correndo por aí.

Amigos da escola que moram aqui
Eu não tenho, não,
mas há vizinhos que conheço
já faz um tempão.

Mesmo se um dia
tiver que ir embora
vou sentir falta de tudo
até mesmo da escola. 

Mariana Vasconcelos, 6ºA

sábado, 15 de outubro de 2016

Tia Mires



Tia Mires,


          Hoje sou adulta, quase uma professora. Já se passaram vinte anos, mas acho que você deve se lembrar de uma japonesinha - orientais eram raros em Minas - cuja família precisou mudar-se para o interior de São Paulo no meio do ano. Eu tinha apenas dez anos e a mudança foi uma grande incisão em minha vida. De um dia para o outro me vi só, meu mundo se restringiu a meu pai, minha mãe e meus dois irmãos. Deixei tudo o que amava para trás: os amigos, a escola, o bairro, a casa com o quintal enorme e o balanço de corda no pé de ameixa. Triste é ser criança, que paga pelas decisões dos adultos, sem saber porquê.

          Mas você percebeu como eu me sentiria, antes mesmo da minha partida. Quando soube da mudança, você prometeu escrever-me. E escreveu mesmo! Durante alguns anos foi um grande prazer receber as suas cartas, escritas em sua linda caligrafia de professora. Eu ficava feliz antes mesmo de lê-las, apenas em pegar o envelope na caixinha do correio e ver que era sua. Não me lembro o que eu lhe escrevia, assuntos de criança de dez anos, que você tinha a paciência de ler e responder. Você, que era solteira quando eu parti, uma “tia” linda, dividiu comigo um pouquinho de sua vida. Conheceu um rapaz, namoraram e se casaram. Guardo suas fotos até hoje.

          Eu fui crescendo, fiz novos amigos e fui me adaptando à nova realidade. Adolescente, aos poucos fui deixando de lhe escrever. Agora que estou prestes a me tornar professora, gostaria de lhe dizer que as suas cartas foram muito importantes para mim. Acho que, no fundo, você sabe disso, mas sempre é bom dizer.

          Às vezes sonho que estou indo a pé para a escola. Lembro de cada detalhe daquele caminho: o supermercado Paraopeba, a vendinha onde eu comprava balas. Nessas ruas eu caminhava, vestida com o uniforme da escola, de saia azul-marinho de pregas, camisa branca e “conguinha” nos pés. Já refiz esse caminho muitas vezes em meus sonhos. Mas neles eu nunca chego a escola, o sonho é apenas ir, caminhar, sem nunca chegar ao destino.


Luciana Minami 
4º ano de Letras (UNESP) - 2006

Aquelas histórias...



Poá, 30 de setembro de 2016.


Querida Professora Luciana,


          Você foi uma das melhores professoras que eu já tive. Sinto falta dos livros que lia, com aquelas histórias fantásticas e encantadoras, cheias de aventura.

          Pena que esse ano você só está dando aula de Técnica de Redação, mas você sempre será minha professora querida. Gosto muito de você e das suas aulas, dos textos que você deu, com muita dica de como devo escrever.

          Espero que no ano que vem você continue dando aula pra gente. Você é uma ótima professora.

          Um grande abraço de quem te adora.

Beijos,

Marcela



Marcela Moreira, 7ºC

Professora Priscila



Poá, 29 de setembro de 2016.


Professora Priscila,


          Quem diria, não? Uma pessoa que talvez ficasse temporariamente na minha vida, agora está para sempre marcada em minhas lembranças. Suas brincadeiras, suas lições, suas histórias... Tudo com um toque daquele seu jeitinho especial!

          Você foi mais que uma professora para mim, foi minha parceira, que com toda aquela paciência nos aturava todos os dias.

          Agora você faz muita falta e mesmo estando longe (bom, só um pouquinho) não posso esquecer do mais importante, tudo o que sinto por você! Espero um dia te ver de novo!


Beijos,

Manu



Manoella Petruci, 7ºC