terça-feira, 15 de setembro de 2020

O socorrista



O socorrista 


O socorrista foi chamado para socorrer a senhora

que foi atropelada.

E levada para o hospital.


Felipe Gabriel, 7ºA


O trabalhador

 



O trabalhador


Existia um pai.

Ganhou seu salário.

E foi para casa, sustentar a família.


Ryan de Oliveira Inoue, 7ºB

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

O menino que não desiste



 O menino que não desiste


    Era uma vez um garoto chamado "O Menino que não desiste". Esse menino lutava na vida pois ele nasceu em uma família que não tinha uma vida financeira boa. Então ele cresceu e foi falar com seus pais: 

    _ Por que vocês não desistem?

    Então os pais dele disseram isso:

    _ Desistir não é uma opção. Você deve ir até o fim.

    Isso motivou ele e então hoje em dia agora ele é bem rico e ele agradece aos pais que falaram para ele não desistir. 


Eduardo Nascimento Vanderlei, 7ºA


O gato desengonçado



O gato desengonçado


    Era uma vez um gato que possuía um pelo bonito, era gordo, porém andava desengonçado. Suas patas eram tortas e também ele era vesgo.

    Certo dia ele estava no meio de outros gatos e nesse dia seus colegas riram muito dele, ficaram correndo tentando derrubá-lo, com isso o gato decidiu ir embora. 

    Mas mesmo com o jeito desengonçado, ele era muito divertido, adorava ajudar a todos.

    Analisando todas as situações, seus colegas decidiram ir atrás dele e pedir para ele voltar.

    Vendo que seus colegas tinham se arrependido, resolveu voltar e viver a vida junto com eles.


Davi de Oliveira Sebastião, 7ºA

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Túnel do Terror do Playcenter



Túnel do Terror do Playcenter


Era final dos anos 80. Eu tinha uns 13 anos e havia me mudado há pouco tempo para Bragança Paulista. Cidade nova, escola nova. Não conhecia ninguém, mas logo comecei a fazer algumas amizades.

Minha mãe fazia compras em um supermercado que existe até hoje, o Supermercado do Papai. Esse supermercado fazia sorteios e eu preenchia os cupons para a minha mãe, pois ela tinha preguiça de escrever. Alguns eu colocava no nome dela, outros no meu nome mesmo.

Sempre fui sortuda. Os cupons no meu nome davam sorte. Fui sorteada duas vezes. Uma vez ganhei um pacote de arroz de 5 kg. Minha mãe adorou, já eu nem me importei muito. Alguns dias depois fui sorteada novamente e desta vez o prêmio era uma excursão para o Playcenter. Fiquei super feliz! Eu sonhava conhecer o Playcenter, várias amigas minhas já tinham ido. Pena que eu não iria com as minhas amigas e sim com a excursão do supermercado, .

No dia da excursão, acordei cedo e fui ao local de saída do ônibus. Tinha todo tipo de gente, pois as vagas foram por sorteio, então ninguém se conhecia. Tinha pessoas de todas as idades, jovens, adultos e principalmente idosas. Embarquei e segui viagem.

Passei um dia muito legal no Playcenter. Fui em muitos brinquedos, me diverti bastante. Como estava sozinha e em alguns brinquedos as pessoas entram em pares, eu fazia par com qualquer pessoa da fila. Resolvi ir ao Túnel do Terror. Não dava medo, pois as decorações não eram tão assustadoras assim, mas apesar disso, dentro do túnel todo mundo gritava que nem louco.

O Túnel do Terror era um trenzinho com bancos duplos que ia passando por um caminho escuro e cheio de monstros, fantasmas e coisas assustadoras (nem tanto). No Túnel do Terror fiz par com um menino mais ou menos da minha idade que também estava sozinho na fila. No túnel escuro e cheio de monstros, enquanto todos gritavam, ele segurou a minha mão. Fizemos a viagem toda de mãos dadas, dando segurança um ao outro. Quando acabou a viagem pelo túnel, descemos do trenzinho e nos separamos. Nunca mais nos vimos. Não sei seu nome, não lembro do seu rosto, restou apenas o calor de sua mão e uma breve lembrança.

Professora Luciana

As gavetas do tempo



As gavetas do tempo


Ao longo dos anos fui adquirindo conhecimento em várias áreas. Sempre gostei de aprender coisas novas, fazer cursos, ler e fazer o que se chama hoje em dia de "DIY", ou seja, "Do It Yourself" (Faça você mesmo). Hoje em dia há milhares de tutoriais DIY na internet, vídeos e sites que ensinam a se fazer quase tudo. Antigamente (olha a velhinha falando) comprávamos revistas, frequentávamos cursos presenciais. 

Aprendi a fazer muitas coisas na adolescência: pintura em tecido, em tela, em cerâmica, crochê (eu era péssima!), bordado em ponto-cruz, corte e costura, já fiz cursinhos de idiomas (inglês, espanhol, francês) e até de datilografia (para os novinhos que não conhecem, é como digitação, mas em uma máquina de escrever). 

Muitos desses conhecimentos foram se esvaindo com o tempo. Fui esquecendo. Algumas coisas eu pratiquei, outras não. Cada curso, cada aprendizado, é uma gavetinha do conhecimento. Algumas gavetas eu abro de vez em quando e uso o conhecimento guardado. Outras gavetas estão fechadas há muitos anos, mas é importante que elas existam. 

Quando abro uma dessas gavetas, às vezes encontro apenas cinzas. Outras vezes, o meu tesouro guardado está quase intacto. Um pouco empoeirado, mas intacto. Para os mais jovens, digo que encham as suas gavetas. Coloquem nelas seus aprendizados, suas experiências. Eu continuo enchendo gavetas. Às vezes nem sei bem o porquê ou para quê. Mas continuo enchendo. 

Professora Luciana


quinta-feira, 26 de março de 2020

Gato no guarda-roupa




Gato no guarda-roupa


     Em um dia de sol, eu e minha melhor amiga Mariane estávamos brincando no parque, até que apareceu um gatinho muito bonito. Então eu e ela tivemos a brilhante ideia de ficar com ele, mas nossos pais não deixavam a gente ter animais de estimação.

     Então tivemos outra brilhante ideia: colocar o gato no guarda-roupa! Iríamos revezar, um dia na minha casa, outro dia na dela. Como ela ficava em casa todos os dias, ela iria levar ele um dia sim e outro não. Até aí beleza, né?

     Nosso plano era "infalível" até chegar um amigo do meu pai em casa que ouviu o gato miar e perguntou para o meu pai se a gente tinha gato. O meu pai disse que não, mas nessa hora o gato resolveu sair de dentro do guarda-roupa e sair desfilando pela casa. Então meu pai viu o bonito desfilando e me perguntou de onde ele tinha vindo. Eu, me fazendo de sonsa, fingi que não fazia ideia de onde ele tinha vindo.

     Mas então eu resolvi falar a verdade para o meu pai e ele queria colocar o gato na rua, mas eu consegui convencê-lo a me deixar ficar com o gato.

Yasmin de Souza Martins (9ºB)
Curso de Português Avançado

quarta-feira, 18 de março de 2020

O café



O café


     Quando eu era pequena fui viajar com minha família para Pernambuco. Eu estava muito nervosa e animada, já que nunca tinha viajado antes de avião.

     Porém, enquanto estava no aeroporto esperando o embarque, meu pai me chamou para tomar café, pois levantamos de madrugada. Nisso ele me perguntou o que eu iria querer, então respondi que queria um café e pão de queijo.

     Ficamos esperando o pedido, porém, quando o café chegou, eu tive a "brilhante ideia" de pegar um canudinho para tomar o café e quando eu o bebi, queimei toda a minha boca e garganta. Minha mãe até tentou impedir, mas como eu bebi com canudinho... não deu tempo. Mas em minha defesa, ninguém me avisou que o café estava quente.

     Moral da história: não bebam café quente com canudinho.

Maria Clara (9ºB)
Curso de Português Avançado

quinta-feira, 12 de março de 2020

Um dia triste em minha vida



Um dia triste em minha vida


     Assim como os Menudos, febre nos anos 80 e Backstreet Boys, febre nos anos 90, sempre existiu algum artista que se destacasse em tal década. Nessa década o que vem se destacando é o famoso grupo chamado BTS e eu venho lhes contar por meio desse texto minha experiência de tamanha tristeza e frustração com esse grupo.

     No dia 19 de fevereiro de 2019, o grupo lançou sua turnê especial, onde São Paulo estava incluído. Eu, como boa fã fanática que sou, comecei a juntar dinheiro para realizar meu sonho de ir em um show deles.

     O show aconteceria no dia 25 de maio e eu estava muito convicta de que conseguiria comprar o ingresso e assisti-los. Acho que foi por essa ansiedade que não consegui.

     A liberação dos ingressos começaria no dia 11 de março, às 10h. da manhã e eu já estava acordada desde às 5h. da manhã, totalmente esperançosa e ansiosa. Às exatas 10h. eu atualizei o site, clicando nas teclas do teclado com toda a minha força, vendo que os ingressos já haviam sido colocados à venda. Então corri para colocar todos os dados corretos para conseguir enfim comprar o ingresso, porém fui colocada na "fila virtual" durante umas cinco vezes seguidas, não importava quantas vezes eu reiniciasse o maldito site.

     Tentei, tentei e infelizmente não consegui. Chorei, chorei muito, porém hoje me sinto bem em relação a esse pequeno incidente em minha vida, quem sabe um dia eu consiga realizar meu sonho.

Ana Beatriz Borges de Sousa (8ºC)
Curso de Português Avançado

O giz



O giz


     Esse dia foi um dos piores da minha vida e tudo isso começou por causa de um giz de lousa.

     Bom, para começar, nós estávamos voltando do intervalo quando começou uma guerra de giz. Foi então que um bendito amigo meu chamado Fabrício jogou um giz em mim. Quando fui desviar do giz eu bati a cabeça na quina da mesa e daí tudo começou.

     Nessa hora cortou a minha testa, só que eu não senti e começou a sair sangue. Eu estava "de boa" até que o Fabrício viu e falou: "Bruno, é sangue!" Então eu coloquei a mão no corte e corri para a diretoria. No caminho encontrei a Karen e mostrei para ela, que viu e me levou na diretoria. Ela estancou o sangue que estava saindo e ligaram para meus pais para eles virem me buscar. Fiquei lá esperando.

     Até que enfim eles chegaram e me levaram ao hospital . Lá eu comecei a tremer de medo e doeu muito quando o médico deu os pontos, mas tudo correu bem e esse foi o meu relato.


Bruno Luiz Ventura (9ºA)
Curso de Português Avançado